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  • Informações da Banda

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    BANDA “SPIN-OFF”
    “O CULTO À CIÊNCIA”, O CD

    “O Culto à Ciência” é o primeiro CD de Wton, compositor joseense radicado desde 1989 em Campinas, onde se graduou em Composição pela UNICAMP.
    São 15 músicas que abordam o relacionamento (mais precisamente, o choque) entre o saber racional humano expresso pela Ciência, Filosofia, Literatura, Cinema, Poesia e a (aparentemente) persistente proposta religiosa (mística, mítica) de entendimento da natureza e da sociedade.
    São hards, rocks, pops, baladas e até música de pesquisa que propõem a beleza inegável (mesmo que, para muitos, improvável) do olhar natural sobre nós mesmos, nosso mundo, nossos relacionamentos, sem a intermediação de nada além da nossa própria sensibilidade, ouvidos e olhos atentos para ouvir o som e sentir o momento.
    Jornalistas já descreveram a sonoridade de “O Culto à Ciência” como “o encontro de Raul Seixas e Yes” ou “Mutantes com orquestra” ou ainda “o som gospel ateu”. De qualquer maneira, os extremos são evidentes: desde o rock mais básico e pesado (“Morte e Canonização da Santa Joana dos Matadouros” e “Inferno”), passando por baladas “mezzo” românticas (“O Sol do teu olhar” e “Nada pra dizer”) chegando até um estranhamento sonoro onde Nirvana é sobreposto a Drummond (!!!) (“O Corvo”).
    A gravação e mixagem do CD foram feitas em sua totalidade na casa de Wton. Ele montou um pequeno home studio, aprendeu a lidar com toda a tecnologia de gravação moderna, tocou todos os instrumentos (com exceção de alguns solos de guitarra), gravou todas as vozes (exceto uma participação de Regina Colossal nos vocais de “Sentido”), fez a mixagem e finalizou o trabalho masterizando-o no estúdio Síncopa, de Campinas.


    INFLUÊNCIAS

    Nestes tempos em que os nerds, mais do que descobertos, são surpreendentemente valorizados (vide o sucesso da série “The Big Bang Theory”, o recém-criado “Dia do Orgulho Nerd” e o crescimento das carreiras de artistas como Tim Minchin), o som de “O Culto à Ciência” é mais do que atual, necessário: é uma coletânea de canções fruto das mais atuais influências sonoras (Radiohead, Muse, Smashing Pumpkins) como também dos cultuados setentistas (Yes e Queen), falando sobre Matemática, Filosofia, religião, Poesia e até......... Amor (!!!)
    Sim, outros já foram “cerebrais” – Kraftwerk
    Outros, poéticos e profundos – U2
    Uns até abertamente “nerds” – Weezer
    Mas SPIN-OFF quer tudo isso. E em português.


    DESTAQUES

    Grupo finalista do 1.o Festival da Canção da UNICAMP em 2010, com as canções “Viagem II” e “Nada pra dizer” (ganhadoras do FESTVALDA).


    A BANDA

    A banda SPIN-OFF, veículo para divulgação das músicas de Wton, foi formada em Campinas no início de 2009 visando o lançamento do CD “O Culto à Ciência”, em Agosto daquele ano. Os músicos se conheciam de longa data, da graduação em Música pela UNICAMP. Isso facilitou em muito o entrosamento e cumplicidades sonoras demonstradas nos shows.
    Ela é formada por:
    • Pablo Pezoa, na bateria,
    • Freddy Bueno, na guitarra e violão
    • Andrés Zuñiga, no contrabaixo, violão e vocal
    • Wton, vocalista principal, violão, guitarra e teclado


    14.o FEIA, 2013

    O show para o FEIA 2013 será a apresentação, quase que na íntegra, do repertório do disco “O Culto à Ciência”. Algumas poucas músicas do CD saem para dar lugar a outras, de produção mais recente.
    Essa versão ao vivo das canções apresenta algumas mudanças interessantes em relação aos originais. Serão apenas quatro músicos em cena, o que, devido à grande complexidade dos arranjos gravados “em estúdio” (entre aspas porque o CD foi totalmente gravado no quarto de Wton), essa releitura necessariamente levará a uma sonoridade mais direta e orgânica, sem todo o detalhamento timbrístico da gravação. O que, convenhamos, é o que queremos: energia, calor, vibração, pulso, pegada!
    Curiosamente, junto com toda a vontade de Wton em se apresentar no Instituto no qual se formou em Composição, combina-se a satisfação em mostrar o repertório do CD aos atuais colegas e professores do curso de licenciatura em música, no qual ingressou em 2010.


    “O CULTO À CIÊNCIA”, O SHOW

    Wton viveu algumas experiências como ator recentemente. Por isso mesmo, não haveria como cantar poesias de Drummond ou textos de Brecht e permanecer estático. Como defender teses tão polêmicas ou propostas assumidamente extremas quanto a sexo, drogas, política ou mesmo quanto aos relacionamentos e não se entregar fisicamente à interpretação?
    Além do mais, uma consequência insuspeita da sonoridade de “O Culto à Ciência” é que em muitos pontos o disco é (surpresa!!!)......... dançante!


    “O CULTO...” E O BRASIL DE 2012

    Os horizontes culturais do brasileiro vêm se alterando rápida e profundamente nos últimos anos, fruto do aumento vigoroso em suas preocupações com educação e aquisição de bens culturais, resultado da melhora da remuneração média do trabalhador. Nesse momento, em que as suas necessidades básicas são, senão resolvidas, pelo menos parcialmente atendidas, há imediatamente um movimento de revalorização da Cultura e da Arte.
    A venda de livros, presença em exposições, busca por cursos de línguas, a maciça procura em concluir os passos básicos da educação formal, a obrigatoriedade do ensino de Música, Filosofia e Sociologia no ensino médio, o “boom” nas redes sociais virtuais de assuntos antes considerados “difíceis” ou “desinteressantes” (Política, Literatura, Tecnologias) – tudo isso aponta para um momento em que as Artes ganham um novo destaque no dia-a-dia do país.
    “O Culto à Ciência” é para quem está imerso nesse processo, revolucionário às vezes, evolucionário sempre, vivenciando-o e alterando-o: estudantes, professores, jornalistas, escritores, artistas, profissionais das áreas de exatas, agentes culturais, etc.


    MAIS SOBRE O CD

    Poesia

    Outro aspecto evidente em “O Culto à Ciência” é o seu sentido poético ao trabalhar, por exemplo, textos de Drummond e Leminsky. O que nos leva à pergunta: onde está o amor para com as palavras no rock nacional de hoje? Quem ouviu nos anos 70 e 80 a poetas como Cazuza e Renato Russo não poderia estar fazendo música como as que giram pelo mercado fonográfico atual, onde modismos visuais (Emos e assemelhados) valem mais do que o quê se diz.


    Razão

    Carl Sagan se perguntava por que um jardim, para alguns, deveria, além de sua infinita beleza natural e de sua imensa capacidade de nos comover (instigar, cativar) ser ainda a morada de (improváveis) duendes e de outras criaturas imaginárias.
    A realidade não é maravilhosa por si só? A forma como descobrimos o mundo, racional e cientificamente, tem que ser necessariamente chata, enfadonha, difícil? Ver um mundo pelo que ele é (e não pelo que imaginamos dele) seria uma redução de nossa experiência?
    “O Culto à Ciência” diz que não. Há muito jogo, energia, sentido e sensações a serem vivenciadas em sons filhos da razão.
    Nada a temer. Penso, logo me divirto.


    TODOS OS CULTOS

    Wton tem dito, principalmente em seu blog de textos (eutedouminhapalavra.blogspot.com), que deve haver espaço pra todos numa sociedade que se pretenda democrática.
    Musicalmente, deve haver espaço para os sertanejos e pagodeiros, para o forró e para o funk, para o rap e para o Axé.
    Mas onde está o espaço da música que se pergunta:
    - “O que é esta realidade que vivemos?”
    -“Para onde estamos indo, nessa condição de gente que pensa e produz conhecimento?” Ou:
    - “Por que parece que tão poucas pessoas estão interessadas nessas coisas?”.
    No panorama cultural brasileiro deveria haver espaço para que todos se manifestassem. Até mesmo para quem não planeja sua produção como algo totalmente voltada para as expectativas mais imediatas do mercado.


    NOME DA BANDA

    Por que SPIN-OFF? No dicionário temos que:

    spin-off - subsidiária, desmembramento. 2 benefício, produto ou processo secundário, subproduto

    Wton, SPIN-OFF, “O Culto à Ciência”: tudo isso é apenas um desmembramento, subproduto, derivação das vivências do artista. Há um personagem que simboliza as experimentações do artista. Que elas o espelhem, mostrem seu sentir e pensar diante da realidade, se comuniquem com o outro e com ele busquem suas similaridades e diferenças. Mas que haja o jogo, o diálogo.




    BANDA SPIN-OFF
    Telefone: (19) 9111-2488
    Email: [email protected]
    Facebook: www.facebook.com/wtonspinoff
    Myspace: www.myspace.com/wton27
    Blog de textos de Wton: eutedouminhapalavra.blogspot.com



    “This is not my definitive sound. This is just the SPIN-OFF.”

    Integrantes:
    Wton, vocalista, violonista e tecladista
    Andrés Zuniga, baixista, guitarrista e vocalista
    Freddy Bueno, guitarrista, violonista e tecladista
    Pablo Pezoa, baterista

    Downloads: Mapa do Palco Rider

    Telefone: (19) 9111-2488
    E-mail: [email protected]

    Origem: Campinas - sp (Brasil)

    Residência: Campinas - sp (Brasil)

    Estilo
    Progressivo, Indie, Alternativo, Pop

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