NIGRO
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    “Nada de novo o som da NIGRO acrescenta, apenas emoções únicas que cada ouvinte irá descobrir e sentir diante de tantos sons milimetricamente colocados, poesias conexas e plasticidade móvel”. É assim, com honestidade e confiança, que Anderson Nigro (experiente baterista com passagem por bandas brasilienses como Mákina Du Tempo, Satanique Samba Trio, Rafael Cury and The Booze Bros., P.U.S. e Super Stéreo Surf) define a sonoridade de seu primeiro rebento-solo, a NIGRO.
    Definições abstratas à parte, o som da NIGRO, que está lançando seu primeiro álbum, é concretamente calcado no acento pop de artistas como Beatles, Herman’s Hermit’s, The Kinks, Frank Zappa, Elton John, Talking Heads e David Bowie, entre muitos outros. As músicas, propositalmente curtas e sem muitos acordes, além do pop, também brincam com samba, frevo e funk.
    A idéia do álbum, conceitua Anderson, foi promover uma “comunhão sonora” na qual a participação de inúmeros músicos brasilienses (32 ao todo!) desse a cada faixa uma “cara diferente”. Desfilam pelo disco uma pequena constelação de guitarristas, baixistas, vocalistas, sopristas, uma maestrina, os quais literalmente invadiram o estúdio Nomnix, em Brasília, formando um legítimo “exército sonoro”. Estão entre eles os músicos Rafael Cury, Marcus da Costa, Rodrigo Terra, Júlia Ferrari, Cristiane Pinheiro, Thiago Cunha e Alex Maraskin, entre outros. A proposta – cujo resultado é uma caudalosa multiplicidade sonora –, aliás, funcionou muito bem.
    Para evidenciar a tonalidade lúdica do disco, NIGRO optou, entre as faixas, por fazer uma ponte de ligação através de vinhetas. O objetivo, pontua o artista, foi manter a unidade do todo: “As vinhetas funcionariam perfeitamente, tirando a cara de um ‘disco de singles’. Elas agem como uma ‘liga’ entre as canções, estipulando assim um conceito”, revela Anderson.
    O álbum foi gravado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), com produção de NIGRO e mixagem de Daniel Goulart (que, em 2011, também gravou artistas como Satanique Samba Trio e Parafernália), que cuidou de toda a parte da engenharia de gravação. O disco foi masterizado em Jundiaí (SP) por Ricardo Cecchi, no estúdio Cia do Som.
    Acompanha o disco, um caprichado livreto com fotos (clicadas por quatro profissionais da fotografia) e todas as letras das músicas. A direção de arte foi uma parceria entre Anderson Nigro e Rodrigo Terra, que ficou responsável pelo trabalho de designer e formatação.
    Em 2012, a NIGRO espera ingressar no circuito de festivais independentes e dependentes, sem discriminação.
    por Cristiano Bastos

    Integrantes:
    Julia Ferrari (voz)
    Sara Mariano (voz)
    Rafael Cury (voz)
    Rodrigo Terra (guitarra)
    Marcus da Costa (guitarra)
    Anderson Nigro (baixo)
    Daniel Goulart/Bruno Roll (bateria)

    Downloads: Mapa do Palco Rider

    Telefone: (61) 81636567
    E-mail: [email protected]

    Origem: Brasília - df (Brasil)

    Residência: Brasília - df (Brasil)

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