Martiataka

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  • Informações da Banda

    Martiataka

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    Tudo começou como deveria ser com toda boa banda de rock: no bar. Das mesas cheias de garrafas vazias, eles foram para o estúdio e, do estúdio, para os palcos e, dos palcos, para a boca do povo. Nascia o MARTIATAKA. E crescia. O quinteto estreou em abril de 2001. Depois de ganhar manha nos palcos das festas universitárias e bares de Juiz de Fora, naquele mesmo ano, lançou seu primeiro CD demo. Aí veio o segundo, e depois o disco de estreia, mais um EP, outras cidades, outros festivais, outros integrantes, participações em coletâneas, mais um disco e um merecido lugar de destaque entre as mais atuantes bandas de rock do cenário independente de Minas Gerais.
    Desde as primeiras demos, cujas músicas foram rearranjadas para o álbum de estreia, “Rockæ Roll Combustível”, de 2005, produzido por Zé Felipe (baixista do lendário grupo carioca Zumbi do Mato), a vocação do MARTIATAKA estava clara: rock tradicional, despudorado, turbinado por riffs incandescentes e refrões poderosos, bêbado de referências engarrafadas nos anos 60, 70 e 80, safras que foram despejadas em um único barril, fermentando ali a agressividade do punk e o feeling do blues, o hard rock setentista, o heavy metal de primeira hora e o BRock oitentão, sempre reverenciando, jamais copiando.
    Com o primeiro disco oficial, abriu-se também a cancela para a estrada. A banda colocou o clipe do single “Asas” na MTV, ganhou destaque com sua música em sites importantes do meio independente, como Dynamite e Senhor F, e rompeu os mares de morros de Juiz de Fora para também incinerar palcos do Rio e de São Paulo e de Belo Horizonte e de Curitiba e por aí foi. Entre tantos outros, dividiu noites com Autoramas, Lobão, Cachorro Grande, Wander Wildner e Marcelo Nova – que acabou levando o baixista Jim Salomão para fazer com ele alguns shows -, participou de festivais e, enquanto isso, não parava de produzir novas músicas.
    Com o EP “Trindade”, de 2006, produzido por Jimmy London (vocalista do quarteto carioca Matanza), o MARTIATAKA consolidou sua identidade, confirmada com o CD “À moda do caos”, lançado em 2009, um álbum composto por dez explosivas canções sobre amor, ódio, sexo e perdição. Em 2010, sem dar tempo para que a poeira pouse sobre os ossos e o espírito se acomode, a banda colocou nas ruas e nos palcos mais três canções inéditas a bordo do EP “Karma, baby!”.

    Integrantes:
    W. Del Guiducci - voz
    Fabricio Barreto - guitarra
    Thiago "Jim" Salomão - baixo
    Victor "Frango" Fonseca - bateria
    Fausto Coimbra - guitarra

    Telefone: 32 88481582

    Origem: Juiz de Fora - mg (Brasil)

    Residência: Juiz de Fora - mg (Brasil)

    Estilo
    Rock

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