Mamparra
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    Mamparra

    Mamparra

    Mamparra lança primeiro álbum em 2017 e aposta numa mistura eclética com influência da Tropicália, Novos Baianos, Arrigo Barnabé, Karnak e outros.

    O termo ‘mamparra’ é usado na África como significado para ‘festa, celebração’. Possivelmente foi trazido para o Brasil pelos africanos e aqui ganhou também a conotação de ‘corpo mole’, ‘preguiça’... A junção dessas duas definições fez com o quarteto paulistano, formado por Gustavo Araujo Borges (guitarra/voz), Maiana Monteiro (voz), Felippe Rodrigues (bateria), e Guilherme Mingroni (baixo) - adotasse o termo como nome.

    Apesar de só agora estar lançando o primeiro CD, que também se intitula Mamparra, a banda existe há sete anos e começou, liderada por Gustavo, com o intuito de tocar o repertório do compositor paulista Itamar Assumpção. Aos poucos foram chegando os amigos afins e esse repertório também se ampliou. Além de composições próprias de Gustavo e parceiros, criaram novas versões para músicas de Belchior, Jards Macalé e Gilberto Gil.
    Essa abrangente sonoridade chamou a atenção de produtores e, em 2012, o grupo ganhou o prêmio LabMIS, do Museu da Imagem e do Som de S. Paulo (MIS-SP), que deu direito a gravação de um EP, lançado no auditório do próprio MIS. Também fez parte de eventos importantes da cena paulista como Festival Órbita #6 (Casa das Caldeiras/SP), Festival Flaskô (Sumaré/SP), Festival do Cão (ECA-USP) e Festival Transcendência (Assis/SP). Além de apresentarem-se na plataforma virtual britânica de música independente, Balcony TV, gravada no Centro Cultural S. Paulo.

    Todo esse tempo serviu para que o grupo praticasse as composições próprias em público e seu som ganhasse uma cara definida. Essa cara varia do Samba velho, que trata da volta por cima de um amor que não deu certo até Cucói, um funk-samba bipolar' feito em homenagem a um papagaio da família de Gustavo. Mas passa também por Trajetória, que pode ser a ‘trajetória de vida’ de um jovem brasileiro nos anos 2017, e critica o sistema de ensino e a ‘liquidez’ dos amores ou Hobbinho, que, com humor, mixa a teoria do filósofo inglês Thomas Hobbes (1588-1679) a um drible do jogador Robinho.

    O álbum foi gravado em três dias, num clima de ‘ao vivo no estúdio’, com produção do multi-instrumentista Fábio Barros, que tocou teclados, percussão e fez vocal, no seu estúdio Trampolim. A ideia foi usar o máximo de recursos nalógicos, deixando o digital para o essencialmente necessário. A masterização ficou por conta de tecladista e ‘mago’ dos sintetizadores Arthur Joly, figura já lendária da cena paulistana, que também tocou sintetizadores em uma das faixas. A capa é da artista visual e grafiteira Mag Magrela.

    Integrantes:
    Felippe Rodrigues (bateria), Gustavo Borges (guitarra), Maiana Monteiro (voz), Guilherme Mingroni (baixo) e Foca (trompete).

    Downloads: Mapa do Palco Rider

    E-mail: [email protected]

    Origem: São Paulo - sp (Brasil)

    Residência: São Paulo - sp (Brasil)

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