Elisa Maia
  • Elisa Maia

    ?Encerrando um ciclo pra recomeçar dando outros passos, desconhecidos, imprevisíveis, instigantes... entregando e também apresentando músicas que me acompanham há tanto tempo, com uma ?cara? enfim definitiva, que me representa. O Ep faz essa vez: de ir à frente, abrindo o caminho para o que ainda há de vir. Sem pressão, mas com um norte mais definido?. É o que sentiu a cantora amazonense Elisa Maia ao lançar em outubro de 2013, seu primeiro registro solo de estúdio, o Ep ?Ser da cidade?.

    Natural da cidade de Manaus/AM, a cantora que dos 08 aos 17 anos esteve cercada pela música erudita, estudando piano, violão, flauta e canto e que durante oito anos fez parte de uma banda de reggae, apresenta seu trabalho solo através do Ep ?Ser da cidade?, registrando 05 músicas compostas por ela - ?Me chama pra pista?, ?O que é melhor?, ?Para musos?, ?Falta? e ?Ser da cidade? ? em um processo que envolveu músicos e parceiros de Manaus (AM), Belém (PA) e Rio de Janeiro (RJ), apostando na construção de sua trajetória musical como um processo contínuo, dando passos do tamanho que acredita ser possível, viável, sustentável.

    Sob a perspectiva de projeto, a gravação juntou parceiros interessantes que assinam a produção musical e a mixagem: respectivamente Leo Chermont (da nova geração de promissores músicos paraenses e guitarrista da banda de instrumental Strobo) e do carioca Alex Moreira (veterano produtor, indicado duas vezes ao Grammy, que também faz parte da banda Bossacucanova, que repagina a bossa nova utilizando a música eletrônica). As faixas foram produzidas e gravadas em Belém (instrumental), mas a gravação de voz, sob a tutela da preparadora vocal e cantora Cris Delanno (Bossacucanova), foi feita no Rio de Janeiro. A produção executiva ficou a cargo do Coletivo Difusão, grupo de Manaus do qual a cantora faz parte e também atua como produtora cultural.

    Na bagagem a cantora traz a inspiração da cidade onde nasceu e mora ? Manaus ? e seus aspectos contrastantes (o calor e a umidade da floresta Amazônica, os caminhos sinuosos dos rios, o pólo industrial, o trânsito, o caos e a noite quente), que a cantora, também com o olhar de Arquiteta que é, ?coloca sua moldura? e ?pinta seu quadro? em canções que falam de relações/aspirações inerentes a qualquer grande cidade do Brasil e do mundo. E na sonoridade alguns elementos já eram claros (soul, reggae, sub, rock ?70) e foram o fio condutor da produção.

    Tão logo o Ep foi lançado, Elisa Maia saiu em turnê apresentando seu ?Ser da Cidade?, numa circulação inédita, percorrendo 06 capitais da região norte - Belém/PA, Macapá/AP, Porto Velho/RR, Rio Branco/AC, Boa Vista/RR e Manaus/AM -, numa jornada de 10 dias e quase 15 mil quilômetros percorridos, patrocinado pelo Banco da Amazônia - BASA.

    Passados mais de um ano de lançamento do EP ?Ser da cidade? a cantora inicia a produção de seu novo projeto, ao lado dessa vez do produtor musical e guitarrista amazonense Bruno Pretes, com quem vem desenvolvendo uma pré-produção desde a composição das músicas. O novo trabalho não caminhará distante de uma das principais referências da cantora - o calor da música negra -, mas texturas eletrônicas e a crueza de guitarras mais roqueiras prometem dar mais densidade à temas que recentemente inquietam a cantora, como a fé (e a falta dela), corporalidades, negritude, feminismo. O trabalho tem previsão de lançamento para o final do ano.
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