deboradisa

  • Informações da banda

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    Cantora, compositora, atriz e circense, Débora sempre impressiona o público que acompanha suas apresentações ao vivo, pela sua intensidade, presença de palco e uma refinada técnica vocal. Formada em Canto no Instituto de Artes da UFG, em 2000 gravou seu primeiro CD “O Universo do Sr. Blan Chu” com a banda Sr. Blan Chu, ao lado de Du Oliveira. Com esse trabalho alcançou boa repercussão de público e crítica, tendo sido esse CD premiado como "CD revelação" pelo site de música da Globo.com (Tudo da Música), em 2001. Defendida por Débora de Sá, a música "Vapor e língua" foi finalista do I Festival IBM de MPB pela internet (E-festival), também em 2001, tendo ficado em segundo lugar geral no festival. Em 2001 recebeu a Comenda Colemar Natal e Silva e o Diploma de Destaque Cultural 2001.
    Com ampla experiência de palco, Débora di Sá já atuou frente a grandes públicos como os do Festival Internacional de Cinema Ambiental (FICA), Canto da Primavera, Fórum Goiano Sobre Cultura, Canto de Ouro, além de participar no show de Toquinho e João Bosco, no Via Funchal (SP), em 2001, Pré-Amp em Recife-PE, Fesivais de Fortaleza-CE e Bonito- MS.
    Como atriz, Débora atuou em operetas como “Juriti”, de Viriato Correa e Chiquinha Gonzaga; “Guerras do Alecrim e Manjerona” e “Anfitrião”, de Antônio José da Silva e Antônio Teixeira; “Ópera do Malandro” de Chico Buarque, os recitais “Operetas com a Graça de Deus”, “O Judeu” e “O Cancioneiro de Armênia”, dirigidos por Demétrio Pompeu de Pina, “Musycal Profano”, “Cabaré Goiano”, “Puro Brasileiro” e “Puro Ouro Brasileiro” de Marcos Fayad, além de participar da peça “Chapeuzinho Vermelho”, dirigida por Luiz Pinheiro e “Despertar da Primavera” de Constantino Isidoro, e agora se prepara para estrear o musical “Canção desnaturada”, de Altair de Souza.
    Unindo música e teatro Débora de Sá compôs as músicas, que integram a peça musical “O Circo dos Amores Impossíveis”, em parceria com o poeta Itamar Pires e com ele idealizou o espetáculo, montando o roteiro e fazendo a concepção geral, além de atuar como atriz, cantora e circense. O musical estreou no primeiro semestre de 2010 e foi selecionado para participar no Goiânia em Cena e do TENPO em 2010, Festival de teatro de Anápolis em 2011 e Festival palhaçada em 2012. Fazendo parceria com a atriz e diretora Lua Barreto, compôs e dirigiu as trilhas sonoras das peças “A Peleja do Cérebro com o Coração” e “O que Teria na Trouxa de Maria”.
    Produziu e estreou os shows “Balangandans” em homenagem a Carmen Miranda, “Pequeno Projeto de Poema Franco”, um trabalho mais autoral e “Doce Pimenta”, especial Elis Regina.
    Em 2014, lançou o cd “Pequeno Projeto de Poema Franco”, com músicas próprias, além de interpretar canções de outros compositores. Em 2015 lançou o cd O Circo dos Amores Impossíveis. E em 2016 lançou seu terceiro cd solo intitulado Maria Grampinho, além de lançar o DVD “Pequeno Projeto de Poema Franco”.
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    Integrantes:
    Débora di Sá - voz
    Nonao Mendes - Direção Musical, baixo
    Fred Praxedes - Acordeon e Teclado
    Ricardo de Pina - Bateria
    Rodrigo Paladino - Guitarra
    Sergio Pato - Percussão

    Downloads: Mapa do Palco Rider

    E-mail: [email protected]

    Origem: Goiânia - go (Brasil)

    Residência: Goiânia - go (Brasil)

    Estilo
    MPB

    Redes Sociais

  • Show Débora di Sá

    Débora di Sá leva ao palco um show eclético, onde mistura canções de grandes compositores da Música Popular Brasileira, entre eles, Chico Buarque, Guinga, Vicente Paiva, Ary Barroso, Rita Lee, alem de composições próprias, como o samba-funk Greco-Fashion e a jazzística O Elefante e a Bailarina, canções que compõem o cd Pequeno Projeto de Poema Franco e canções que integraram o album " O Universo do Sr. Blan Chu". Direção Musical de Nonato Mendes.

    Ficha Técnica

    Voz - Débora di Sá
    Guitarra - Rodrigo Palaldino
    Teclados e acordeon - Fred Praxedes
    Percussão - Sergio Pato
    Bateria - Ricardo de Pina
    Baixo - Nonato Mendes
    Direção Musical - Ney Couteiro e Nonato Mendes
    Direção Geral - Débora di Sá
    Técnico de som - Rogerio Pafa
    Técnico de luz - Everson Alcântara


    RIDER TÉCNICO



    VOZ (Débora) - 1 mic. sem fio e 2 vias de monitor;

    GUIARRA - Ampificador de guitarra, 1 Direct Box ativo, 1 via de monitor e 1 cabo P10.

    BAIXO - Amplificador de baixo, 1 Direct Box ativo, 1 via de monitor e 1 cabo P10.


    TECLADO e ACORDEON - 2 Direct Box ativos, 1 via de monitor e 2 cabos P10;

    BATERIA - 6 microfones e 1 via de monitor.

    PERCUSSÃO - 4 microfones e 1 via de monitor.

    Repertório

    1 - Pagu
    2- História de Lily Brown - Chico Buarque
    3- Folhetim - Chico Buarque
    4- Disseram que voltei americanizada - Vicente Paiva e Luiz Peixoto
    5- Greco ?Fashion - Débora di Sá e Welson Moreira
    6- Ela diz que tem- Vicente Paiva e Hannibal Cruz
    7- Eu Dei ? Ary Barroso
    8- O Elefante e a Bailarina ? Débora di Sá
    9- Jorge Maravilha - Chico Buarque
    10- Erva Venenosa - Rita Lee
    11- Top top - Arnolpho Lima Filho
    12 - A Balada do Cachorro Louco - Lenine e Lula Queiroga
    13 - Chá de Panela - Guinga e Aldir Blanc





  • Maria Grampinho

    O show Maria Grampinho, da cantora Débora di Sá, traz um repertório inédito de composições próprias, com temas que abordam a história da Cidade de Goiás, seu povo, suas tradições e seus personagens populares. A música retrata as tradições goianas e brasileiras, usando ritmos goianos como a catira, a folia e a batida típica da banda de couro de Pirenópolis, além de ritmos nordestinos, como o baião, o frevo e o maracatu. As canções contam a história da personagem popular Maria Grampinho, moradora da Cidade de Goiás, que catava grampos e objetos pela rua da cidade e morava no porão de Cora Coralina. Maria Grampinho é um trabalho de pesquisa, que traz ao público e principalmente a criança, o contato com personagens, lendas e tradições da Cidade de Goiás. O formato estético traz, além do cuidado de ser didático, o desejo de despertar no público de qualquer faixa etária e nível social, o interesse pelas suas raízes e cultura. Direção Musical de Ney Couteiro. Com Henrique Reis, Edilson Moraes e Everton Luis.


    Ficha Técnica

    Voz - Débora di Sá
    Violões e cavaco - Ney Couteiro
    Teclados e acordeon - Henrique Reis
    Percussão - Edilson Morais
    Sopros e acordeon - Everton Luiz
    Direção Musical - Ney Couteiro
    Direção Geral - Débora di Sá
    Técnico de som - Rogerio Pafa
    Técnico de luz - Everson Alcântara
    Figurino - Demétrio Pompeu de Pina

    RIDER TÉCNICO

    Maria Grampinho


    VOZ (Débora) - 1 mic. sem fio e 2 vias de monitor;

    VIOLÃO - 1 Direct Box ativo, 1 via de monitor e 1 cabo P10.

    SOPROS e ACORDEON - 1 mic.,1 Direct Box ativo, 1 via de monitor, 2 cabos P10

    TECLADO e ACORDEON - 2 Direct Box ativos, 1 via de monitor e 2 cabos P10;

    PERCUSSÃO - 5 microfones e 1 via de monitor.


    Repertorio SHOW MARIA GRAMPINHO


    1- A rua - Débora di Sá/ Diane Valdez
    2- O teatro é como a vida- Débora di Sá/Lua Barreto
    3- Maria Grampinho- Débora di Sá/Lua Barreto
    4- Quem é Maria? Maria da Purificação! - Débora di Sá
    5- Essa Maria... - Débora di Sá
    6- O que teria na trouxa da Maria? ? Débora di Sá/Lua Barreto
    7- A lenda da Serra Dourada ?Débora di Sá/Lua Barreto
    8- Coração descompassado -Débora di Sá
    9- A casa de Cora - Débora di Sá
    10- Misturar...misturar...misturar ? Débora di Sá/Lua Barreto
    11- Mexe, mexe, mexe!!!! ? Débora di Sá
    12- Verdade ou Ilusão ? Débora di Sá/Lua Barreto
    13- Procissão do Fogaréu - Débora di Sá/Lua Barreto
  • Show Pequeno Projeto de Poema Franco

    ?Pequeno Projeto de Poema Franco?, é o novo show da cantora Débora di Sá, que vem se destacando no cenário musical de Goiânia, tanto pela sua voz como pelas suas performances musicais e teatrais. Com uma hora e meia de duração, o show mistura música, teatro e circo. Débora canta em vários aparelhos circenses, entre eles lira, trapézio e tecido acrobático e conta com a participação dos atores e circenses Diogo Aguiar e Marcelo di Castro. A banda é formada pelo baixista e arranjador Nonato Mendes, o baterista Ricardo de Pina e o pianista Sávio Gonçalves. A direção musical é assinada por Nonato Mendes e a direção geral é de Débora di Sá. O repertório é baseado no cd homônimo, no total de 14 músicas.
  • Show É Luxo Só

    A multiartista Débora di Sá leva ao palco um show vibrante, com interpretações performáticas, ao estilo Débora di Sá. Músicas de Roberto Carlos, Ary Barroso, Billy Blanco, Chico Buarque, Caetano Veloso, Rita Lee e Frenéticas, ganham nova roupagem com as performances teatrais e circenses da artista, que se apresenta pendurada em tecidos e outros aparelhos circenses. Folhetim é interpretada na Lira, Mania de você no Tecido acrobático, Perigosa, no tecido marinho. Além de clássicos da MPB, ela apresenta canções próprias, como o samba-funk Greco-Fashion e a jazzística O Elefante e a Bailarina, canções que compõem o cd Pequeno Projeto de Poema Franco. Direção Musical de Nonato Mendes. Sávio Gonçalves, Ricardo de Pina e Diogo Aguiar. Débora assina cenário e figurino.
  • Show Doce Pimenta

    Com um repertório marcado por músicas que fizeram sucesso na voz Elis Regina, a cantora Débora di Sá volta aos palcos, trazendo o show Doce Pimenta - Especial Elis Regina. O show é uma homenagem a cantora cuja carreira e repertório marcaram para sempre a história da música brasileira.  A apresentação baseia-se em uma caracterização teatral, em meio a algumas frases citadas pela pimentinha, para uma pequena parte lúdica do show, trazendo ao público questionamentos sobre a técnica, paixão, posicionamento político, personalidade forte, sucessos, fracassos, inseguranças, criatividade, suingue, maternidade, entre outras características marcantes de Elis Regina.
    Direção musical e arranjos: Nonato Mendes.
    Com Sávio Gonçalves (piano) e Ricardo de Pina (bateria).
  • Show Balangandans

    O show “ Balangandãs " com Débora di Sá é uma homenagem a Pequena Notável. Baseado em pesquisas e seguindo a uma ordem cronológica, Débora, acompanhada pelo violonista Gleisson Andrade e pelo percussionista Diego Amaral, apresenta os maiores sucessos desta grande artista, entre eles "O que que a baiana tem', "Disseram que
    voltei Americanizada", "Chica Chica Boom Chic"," Eu dei" , além das famosas marchinhas de carnaval, como "Balancê", "Taí", "Cai, Cai" e "Mamãe eu quero" e das canções juninas “Chegou a hora da fogueira” e “Isso é lá com Santo Antônio”.
    O show é dividido em três partes: “O que que a baiana tem?” , representado pelo típico figurino de baiana, mostra as canções gravadas por Carmen antes da sua ida aos EUA. “South American Way”, (figurino azul e branco) representa a fase em que Carmen vai para os EUA e se transforma em sucesso absoluto e a sua volta ao Brasil, quando é estigmatizada pela crítica brasileira. E por fim, “Aquarela do Brasil”, representado pelo figurino dourado, que marca a volta de Carmen aos EUA , onde permaneceu até a sua morte.
  • O Circo dos Amores Impossíveis

    Com texto de Itamar Pires Ribeiro, composições de Débora di Sá e direção geral de Lua Barreto, a peça conta uma história cheia de magia e encanto, que mescla suspense policial e o universo circense para contar a história de uma bailarina, o suposto crime que a envolve e seus amores – como o próprio título do espetáculo anuncia – impossíveis.
    O espetáculo fala sobre os amores e desamores da bailarina e de seu amante Metálico, o atirador de facas. A estória desse amor é contada pelo Apresentador e pelo Investigador que chega ao circo para decifrar o trágico assassinato da bela Bailarina, cujo principal suspeito é Metálico, o atirador de facas.
  • Músicas

  • Vídeo

  • Show É Luxo Só

  • Pequeno Projeto de Poema Franco