Carta Bomba
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  • Carta Bomba

    Carta Bomba

    Em 2008, a banda Carta Bomba contava com Rafael Cavalcante Soto (kbs) na guitarra, Renato Marciano Araújo (marte) percussão, Fellipe Roso (Hobbit) na Bateria e Iann Domenes (Calei) no Baixo.
    A princípio uma banda formada por amigos interessados em participar de um festival interno realizado no colégio em que estudavam. O festival nunca aconteceu... Mas a banda continuou a ensaiar.
    Em 2009, Lançam o projeto "Tributo à Chico Science e Nação Zumbi". No mesmo ano participaram de dois dos festivais mais contemplados de goiânia: Covernation V e Rock Solidário (repetindo o show em 2010).
    No mesmo ano, Jennegs Porto (Atual vocalista da banda Carta Bomba) acabava de gravar um disco solo com 12 faixas. Ao mostrar o trabalho para o amigo de faculdade Renato Marciano, os dois perceberam que poderiam juntar os dois trabalhos e fazer um projeto autoral.
    Desde então a Carta Bomba vem compondo um projeto ímpar em Goiás misturando o velho Rock'n'Roll á música brasileira nas suas melhores vertentes.

    Integrantes:
    Voz/Violão/Guitarra - Jennegs Porto
    Voz/Guitarra - Rafael Soto
    Contrabaixo - Iann Domenes
    Bateria - Renato Marciano
    Percussão/Sintetizadores - Thomasvinci Oliveira ; Lucas Oliveira

    Downloads: Mapa do Palco Rider

    Telefone: 62 3587 4025/ 62 9985 5501
    E-mail: [email protected]

    Origem: Goiânia - go (Brasil)

    Residência: Goiânia - go (Brasil)

    Estilo
    Rock

    Redes Sociais

  • Corumba

    Letra: Jennegs Porto
    Música: Carta Bomba

    Sou o verme que vem do fundo do mar
    Das entranhas da terra pra revirar
    O balaio, a serpente que caiu do céu
    O menino, a senhora que veio de véu
    Tenho o dedo que lhe faz chorar
    Na medida do homem que há
    Um corumba não finge ter fé
    Veste o friso que o mundo lhe der

    Oh oh oh, No caminho que o homem sem filho forjou
    Oh oh oh, Eis o homem que o filho do homem matou

    Sou o verme no cerne de Jacarandá
    Nas entranhas de um cepo a ceifar
    O lacaio, a demência caiu como fel
    Peregrino de vidro com fé de papel
    Tenho o dedo que lhe faz chorar
    Na medida do homem que há
    Um corumba não finge ter fé
    Veste o friso que o mundo lhe der

    Oh oh oh, no caminho que o homem sem filho forjou
    Oh oh oh, a cabeça do homem que o homem cortou
    Volto a me saciar com saliva de cobra e sopa de pedra
    Volto a me saciar com saliva de cobra e sopa de pedra

    Obs.:
    Significado de Corumba:
    Corumba ( sem acento agudo no ¨a¨), é uma pessoa de
    baixa condição social que, a pé ou a cavalo e mal vestida,
    transita pelas estradas. Maltrapilho.
    Exemplo do uso da palavra Corumba:
    A figura do corumba é comum nas estradas do nordeste
    brasileiro.
  • Eu Não Sou Normal

    Eu não sou normal

    Você tem medo?
    Pode abrir pra ver
    Você tem medo?
    Pode abrir pra ver

    Estou com tanto medo
    Não há nada de anormal

    Eu não sou normal

    Não finja que está me entendendo
    Isso é tão normal
    Não procure aí dentro


    Todos querem me ver
    Fazendo algo novo
    Não é fácil agradar
    Se tudo é igual

    Todos querem mais disso
    O louco é diferente
    normal é tão igual

    Você tem medo?
    Pode abrir pra ver
    Você tem medo?
    Pode abrir pra ver

    Estou com tanto medo
    Não há nada de anormal

    Eu não sou normal

    Não finja que está me entendendo
    Isso é tão normal
    Não procure aí dentro

    Todos querem me ver
    Fazendo algo novo
    Não é fácil agradar
    Se tudo é igual

    Todos querem mais disso
    O louco é diferente
    normal é tão igual
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