alafia

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  • Informações da Banda

    alafia

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    Batuque de umbigada, ensaio de escola de samba, jongo e baile Black podem ser as primeiras referências da memória. Uma banda de gente revivendo nos corpos que dançam, cantam e tocam, as muitas histórias do espírito da Terra.

    Na especificidade, no entanto, Aláfia cria uma performance que perpassa a inteligência do canto e da harmonia, do lirismo poético e exemplar concepção de arranjos de base influenciados pela música preta de todo o planeta - já que a antiga relação África Brasil, tendo como contraponto os EUA, é constantemente revisitada dentro de um tempo onde não mais os carros de bois e negreiros nos movimentam e sim a banda larga.

    A exemplo dos cultos ancestrais de tradição oral, em que o fundamental é o repasse do conhecimento mítico, Aláfia vem desenvolvendo linguagem absolutamente particular utilizando-se não apenas das conhecidas e pertinentes estruturas musicais de todos os tempos, mas também inserindo novas e por vezes inusitadas pitadas de diversas expressões artísticas.

    Considera-se fator fundamental para o ineditismo que se instaura em cada apresentação da banda, essa aliança entre os contextuais elementos da música tradicional e a “musica contemporânea”, buscando convivência plena entre o novo e o antigo bem como alternâncias entre a rítmica das palavras e o próprio canto, um importante elemento de percussão melódica.

    Composta por baixo elétrico, bateria, percussão, metais, guitarra, violões e voz, Aláfia busca a atenta, espontânea e progressiva ocupação de uma sonoridade que identifique-se como atemporal.

    O revezamento entre batidas silenciosas e grooves efusivos, spokenword e arranjos elaborados constantemente ao longo dos ensaios e shows faz com que a banda crie-se e renove-se a cada canção.

    Em fase de pré-produção de seu primeiro disco que será gravado ao vivo, Aláfia pretende manter a idéia principal do processo de criação: a junção do hip-hop, com música tradicional , a imagem e a presença do MC, os vocais à frente e constante inspiração no jazz.

    O batuque acaba nunca.

    Texto: Serena Assumpção

    Integrantes:
    Xenia França - vocais,
    Eduardo Brechó - programações e violão e vocais,
    Pipo Pegoraro - cordas,
    Jairo Pereira - voz,
    Lucas Cirillo - gaita,
    Alysson Bruno - Percussão,
    Pipo Pegoraro - guitarra,
    Gabriel Catanzaro - baixo,
    Filipe Gomes - bateria

    Telefone: 11 98550876
    E-mail: [email protected]

    Origem: São Paulo - sp (Brasil)

    Residência: São Paulo - sp (Brasil)

    Estilo
    Difícil definir um estilo.... Musica Popular de Bombeta, assim chamamos! Um transe entre o rap e o batuque mas com o lirismo melódico da canção, passando pela memória dos anos 80 até os tempos atuais.

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